segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Nosso futebol e as conquistas municipais ano a ano

Fique sabendo melhor de cada campeonato de cada ano.

1959 - 1974 - 1987 - 1997/1998 - 2001/2002 - 2006/2007 - 2007/2008 - 2009 - 2010

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

15 de Agosto Campeão Municipal Assunção - PB 1974





Campeonato Municipal 1974

O Campeonato Municipal Assunção - PB de 1974, foi disputado por pontos corridos o 15 de Agosto venceu sem deixar chances Campeão Invicto, o time só tomou um único gol mesmo Assim foi contra, do zaqueiro Hernandes, o time tinha um grande elenco, no qual se destacaram o goleiro Aldim, o zaqueiro Paisim, e o atacante Chico de Louro que foi o artilheiro da competição.

O Time venceu jogos importantes como o Beira Rio fora, e venceu o grande rival da época o Assunção F.C. por 1 x 0.

Além do 15 de Agosto, participaram o Vila Nova (Sitio Cocos), Assunção F.C. , Olho D'Agua, Beira Rio, Lagoa F.C.

O feito é ainda hoje lembrado pela geração vencedora, que apesar de tanto tempo tem a gloriosa lembrança daquela máquina de jogar futebol.


Time: Aldim, Germano, Paisim , Hernandes, Totôr, Antonio Martiniano, Cachoeira, Nabor, Gino, Louro e Chico de Louro.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Resumo dos Campeonatos Futebol do primeiro ao quarto lugar de 1959-2011


Ano Campeão Vice Terceiro Quarto
2011 Beira Rio 15 de Agosto River PlateAssunçãoense
2010 Assunçãoense River Plate 15 de Agosto Barra
2009 River Plate 15 de Agosto S.José da Batalha Barra
2007 Ipatinga Bandeirante 15 de Agosto Assunçãoense
2006 Bandeirante Assunçãoense 15 de Agosto Beira Rio
2001 Juventus Açonique Beira Rio União/Frades
1997 15 de Agosto S.José da Batalha Juventus Barra
1987 Cascavel Assunção Sta Cruz Juazeirinho
1974 15 de Agosto Assunção Beira Rio Vila Nova
1959 Estaca Zero Taperoá Santa Luzia Equador

terça-feira, 18 de maio de 2010

Futebol Olimpico - Montreal 1976

Montreal, 1976

Os Jogos Olímpicos de 1976 marcaram o primeiro de três boicotes consecutivos. Gana, Nigéria e Zâmbia não participaram do torneio de futebol por razões políticas, enquanto o Uruguai ficou de fora por motivos internos.

A Polônia, ganhadora do ouro quatro anos antes, teve de se contentar com a prata após a derrota para a Alemanha Oriental na decisão por 3 a 1. O selecionado campeão marcou os seus gols no início e no final do jogo. Hartmut Schade e Martin Hoffman abriram o marcador antes dos 15 minutos de partida, e Reinhard Haefner completou faltando apenas seis minutos para o fim em frente a 71.671 espectadores no Estádio Olímpico. Grzegorz Lato fez o único dos poloneses na final, mas foi o seu companheiro Andrzej Szarmach que conquistou a artilharia do torneio com seis gols.

Os Jogos Olímpicos de Montreal serão lembrados como um trampolim para as carreiras internacionais de vários jogadores de renome. Então com 21 anos, o meia francês Michel Platini usava a camisa 11, e não a dez com a qual viria a se consagrar. Outros destaques foram o goleiro espanhol Luis Arconada e o mexicano Hugo Sánchez, de 18 anos, que posteriormente viria a ser um dos maiores ídolos da história do Real Madrid e do selecionado do seu país.

Platini, que se tornou figura de destaque na seleção principal da França e na Juventus de Turim, marcou três gols na primeira fase do torneio: dois na goleada de 4 a 1 sobre a Guatemala e outro para empatar em 1 a 1 o confronto diante de Israel a dez minutos do fim do jogo.

Mesmo assim, a campanha da França chegou ao fim nas quartas-de-final contra a Alemanha Oriental. O jogo estava 1 a 0 até os 13 do segundo tempo, mas os cartões vermelhos dados a Jean Fernandez e Francisco Rubio facilitaram as coisas para os alemães, que venceram por 4 a 0.

O Brasil perdeu a decisão do bronze para a União Soviética por 2 a 0 em frente a 55.647 espectadores. Realizadas nas cidades de Toronto, Ottawa, Sherbrooke e Montreal, as 23 partidas atraíram um público total bastante promissor de 580.156 torcedores.

Futebol Olimpico - Cidade do México 1968

Cidade do México, 1968

Os Jogos Olímpicos de 1968 talvez tenham sido os mais tempestuosos de todos os tempos, e as confusões e problemas se estenderam também ao futebol. A Hungria conquistou a sua terceira medalha de ouro, vencendo a segunda edição consecutiva do torneio. Apenas duas outras seleções haviam conseguido essa façanha: a Grã-Bretanha em 1908 e 1912 e o Uruguai em 1924 e 1928.

Definitivamente, não foi um torneio tranquilo. O Marrocos havia se classificado para o torneio, mas se recusou a jogar contra Israel e foi substituído por Gana. Os israelenses venceram os africanos por 5 a 3 em uma partida com muitas brigas, que se prolongaram até mais tarde na Vila Olímpica. Também houve brigas no confronto entre Tchecoslováquia e Guatemala. Era uma prévia dos dois jogos valendo medalhas, que também foram muito controversos.

Durante a derrota do México para o Japão por 2 a 0 na disputa do bronze, os torcedores mexicanos se enfureceram e começaram a arremessar os assentos do Estádio Azteca para dentro do campo. Uma lamentável situação que se repetiu na final. Sem dúvidas, o Japão foi a surpresa do torneio. Além de ter derrotado a França por 3 a 1 nas quartas-de-final, teve o artilheiro da competição: Kunishige Kamamoto, que marcou sete dos nove gols da seleção japonesa.

A Bulgária havia vencido a semifinal apenas no cara ou coroa, mas saiu na frente na disputa pelo ouro. Diante de 75 mil espectadores, os húngaros conseguiram a virada com gols de Ivan Menczel e Antal Dunai pouco antes do intervalo.

O clima da partida esquentou rapidamente quando o árbitro Diego Deleo expulsou o atacante búlgaro Tzevan Dimitrov. Irritado com a decisão, o seu compatriota Atanas Christov chutou a bola em Deleo e também foi expulso. Pouco mais tarde, Kiril Ivkov também foi para o chuveiro, e a Bulgária ficou com apenas oito homens em campo. Com a confusão, a torcida resolveu voltar a atirar os assentos para dentro do gramado. Juhasv e Dunai marcaram mais um gol cada para a Hungria, que venceu por 4 a 1 e ficou com o título.

O zagueiro húngaro Deszo Novak se tornou o único jogador de futebol a conquistar três medalhas olímpicas: um bronze em 1960 e dois ouros em 1964 e em 1968.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Futebol Olimpico - Cidade do México 1968

Cidade do México, 1968

Os Jogos Olímpicos de 1968 talvez tenham sido os mais tempestuosos de todos os tempos, e as confusões e problemas se estenderam também ao futebol. A Hungria conquistou a sua terceira medalha de ouro, vencendo a segunda edição consecutiva do torneio. Apenas duas outras seleções haviam conseguido essa façanha: a Grã-Bretanha em 1908 e 1912 e o Uruguai em 1924 e 1928.

Definitivamente, não foi um torneio tranquilo. O Marrocos havia se classificado para o torneio, mas se recusou a jogar contra Israel e foi substituído por Gana. Os israelenses venceram os africanos por 5 a 3 em uma partida com muitas brigas, que se prolongaram até mais tarde na Vila Olímpica. Também houve brigas no confronto entre Tchecoslováquia e Guatemala. Era uma prévia dos dois jogos valendo medalhas, que também foram muito controversos.

Durante a derrota do México para o Japão por 2 a 0 na disputa do bronze, os torcedores mexicanos se enfureceram e começaram a arremessar os assentos do Estádio Azteca para dentro do campo. Uma lamentável situação que se repetiu na final. Sem dúvidas, o Japão foi a surpresa do torneio. Além de ter derrotado a França por 3 a 1 nas quartas-de-final, teve o artilheiro da competição: Kunishige Kamamoto, que marcou sete dos nove gols da seleção japonesa.

A Bulgária havia vencido a semifinal apenas no cara ou coroa, mas saiu na frente na disputa pelo ouro. Diante de 75 mil espectadores, os húngaros conseguiram a virada com gols de Ivan Menczel e Antal Dunai pouco antes do intervalo.

O clima da partida esquentou rapidamente quando o árbitro Diego Deleo expulsou o atacante búlgaro Tzevan Dimitrov. Irritado com a decisão, o seu compatriota Atanas Christov chutou a bola em Deleo e também foi expulso. Pouco mais tarde, Kiril Ivkov também foi para o chuveiro, e a Bulgária ficou com apenas oito homens em campo. Com a confusão, a torcida resolveu voltar a atirar os assentos para dentro do gramado. Juhasv e Dunai marcaram mais um gol cada para a Hungria, que venceu por 4 a 1 e ficou com o título.

O zagueiro húngaro Deszo Novak se tornou o único jogador de futebol a conquistar três medalhas olímpicas: um bronze em 1960 e dois ouros em 1964 e em 1968.

Futebol Olimpico - Londres 1948

Londres, 1948

Devido à Segunda Guerra Mundial, os Jogos Olímpicos não foram disputados durante 12 anos. Nesse intervalo, o futebol profissional se desenvolveu muito, o que limitou o número de atletas amadores ao redor do mundo. Consequentemente, os países do Leste Europeu passaram a dominar completamente a competição. Entretanto, antes que o domínio se consolidasse, a Suécia conquistou a medalha de ouro em Londres. Aliás, aquele foi o único Torneio Olímpico de Futebol vencido por um país de fora do bloco soviético desde o final da guerra até os jogos de Los Angeles em 1984, quando a França se sagrou campeã.

A edição de 1948 foi um dos torneios com mais gols na história dos Jogos Olímpicos. As redes balançaram 102 vezes em 18 partidas, com uma impressionante média de 5,66 gols por jogo.

Comandados pelo técnico Rudolf Kock, os suecos tiveram um desempenho espetacular, anotando 22 gols em apenas quatro jogos. Os escandinavos venceram a Áustria por 3 a 0, massacraram a Coreia por 12 a 0 com quatro gols de Gunnar Nordahl e três de Henry Carlsson e, na final, bateram a Iugoslávia por 3 a 1 diante de 60 mil espectadores que lotaram o Estádio de Wembley. Gunnar Gren marcou dois gols na disputa pelo ouro e Nordahl marcou um, sagrando-se artilheiro da competição ao lado do dinamarquês John Hansen, ambos com sete gols.

Na semifinal a Suécia venceu a Dinamarca por 4 a 1 com um gol bastante curioso de Carlsson. Após um lance rápido em que as duas equipes se alternaram na posse da bola, Nordahl percebeu que estava impedido e entrou dentro do gol adversário para sair da posição irregular. Segundos depois, Carlsson cabeceou e marcou.

A seleção sueca era muito forte, e o título não veio por acaso. Após o torneio, Nils Liedholm, Gren e Nordahl foram contratados pelo Milan, onde se consagrariam. Nordahl marcou 210 gols pelo clube de Milão e 15 pela Roma alguns anos mais tarde. Dez anos após a conquista olímpica, Gren e Liedholm, respectivamente com 38 e 36 anos, defenderam o país mais uma vez na Copa do Mundo da FIFA Suécia 1958. Os anfitriões chegaram até a final, mas perderam para o Brasil, que já contava com Pelé, então com 17 anos.

A disputa pelo bronze foi cheia de gols. No primeiro tempo, a Dinamarca fez 3 a 2 contra a Grã-Bretanha, que era dirigida pelo técnico do Manchester United, Matt Busby. Na etapa complementar, a vantagem aumentou para 5 a 3. John Hansen e Carl Praest fizeram dois gols cada para os dinamarqueses.

Fonte: fifa.com

Sport (do treinador Inácio Ramos)

 Time recheado de craques de Assunção e Taperoá.  Numa época que ainda éramos distrito divididos entre Juazeirinho e Taperoá. Time do Sport ...